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Não, você não leu errado! Cirurgiões retiraram um rim de uma mulher através da vagina para que ela pudesse salvar sua sobrinha, numa operação pouco convencional, que também tem o objetivo de encorajar outras pessoas a doar.
A inusitada cirurgia foi realizada por médicos na John Hopkins University of Medicine, que vêem nesse tipo de intervenção uma forma de auxiliar o pós-operatório, porque reduz a dor, acelera o tempo de cicatrização e de recuperação.
Jennifer Gilbert, de 23 anos, recebeu o rim doado pela tia Kimberly Johnson (foto acima), de 48, que declarou que todo o procedimento “foi mais fácil do que um parto“.
Segundo a ABCNews, a remoção transvaginal de rim foi feita anteriormente para remover tumores e rins que perderam o funcionamento em pacientes doentes.
A operação deixou três cicatrizes do tamanho de uma ervilha no abdômen da mulher. Com isso, os cirurgiões esperam que mais mulheres sintam-se encorajadas e transformem-se em doadoras. O Dr. Robert Montgomery, que liderou a equipe durante a intervenção, declarou que a operação é menos dolorosa do que uma cirurgia de vesícula e que a recuperação é extremamente rápida.
Mas é preciso ter cautela, o diretor da Cleveland Clinic, Dr. Jihad Kaouk, declarou que “existe um risco de infecção com o rim passando através de uma área contaminada e depois indo para outro paciente que está imunocomprometido”.
“Essa é uma preocupação que temos, e gostaríamos de acompanhar o resultado a este respeito”, encerrou Kaouk.
Kimberly, a doadora já pôde sair da cama no mesmo dia da cirurgia, sem nenhum risco.

Um episódio, no mínimo curioso, ocorrido num tribunal no Rio de Janeiro chamou a atenção dos presentes. O juiz Cláudio Ferreira Rodrigues, de 39 anos, usou o Big Brother para dar ganho de causa a seu cliente que ficou meses sem assistir TV.
Ao determinar o pagamento de indenização de R$ 6.000 por um defeito no aparelho de TV, o juiz declarou: “na vida moderna, não há como negar que um aparelho televisor, presente na quase totalidade dos lares, é considerado bem essencial. Sem ele, como o autor poderia assistir às gostosas do Big Brother?”
De acordo o Último Segundo, o advogado afirmou que procura ser bastante direto para que o autor da ação entenda por que ganhou ou perdeu.
Curiosamente não ficou só nisso. O juiz também fez chacota com times de futebol. Como o autor é flamenguista, ele lançou: “Se o autor fosse torcedor do Fluminense ou Vasco, não haveria necessidade de haver TV, já que para sofrer não precisa de TV“.
“Eu sou flamenguista, mas todo mundo sabe disso. Tem um outro processo em que eu sacaneio o meu próprio time. E não provocou nenhuma celeuma. Eu podia ser criticado se eu fosse moroso demais. Estou fazendo o que meu antecessor não fez.”, declarou o polêmico magistrado.


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